I. O encontro
Toda história que importa começa com alguém esperando no escuro. Luna subiu ao alto do campo quando o vilarejo ainda rezava, e ficou entre o capim alto contando os próprios batimentos. Lumni veio depois, devagar pela trilha, trazendo na boca uma frase ensaiada que o vento levou antes da hora. Ela riu, e o riso resolveu o que a frase não resolveria. Ficaram ombro com ombro, falando baixo de coisas pequenas, porque a grande não cabia em palavra nenhuma. Foi ela quem viu primeiro: a lua tinha subido inteira atrás da serra, branca demais, perto demais, olhando os dois como quem reconhece uma dívida antiga.















































































































